Maré de Agilidade com Açaí

November 20th, 2009

Texto produzido pelo grupo Tá Safo!

Para quem ainda não sabe do que se trata , o Maré de Agilidade é um evento itinerante que viaja pelas cidades do Brasil, apresentado assuntos como Extreme Programming (XP), Scrum, Domain Driven Design (DDD), Model Driven Design (MDD), Test-driven Development (TDD), Feature-driven Development (FDD), Gerenciamento Ágil de Projetos (GAP), Lean, e tantos outros. Esses assuntos começam a fazer parte do vocabulário do desenvolvedor de software, no entanto muitas vezes sem a devida capacitação para entendimento e aplicação de tantos conceitos.

Como as ondas de uma maré, o evento já passou por Brasília (setembro/2008 − 1° edição); Salvador (março/2009 − 2° edição) e Fortaleza (agosto/2009 − 3° edição).

Agora em sua 4° edição chegou a vez de Belém, para falar das novas tendências em gerência de projetos e técnicas de desenvolvimento de software que constituem atualmente o grande diferencial de empresas como Apple, Google, Microsoft, Yahoo e Globo.com.

O evento está programado para os dias 26, 27 e 28 de Novembro de 2009, sendo os 2 primeiros dias de mini-cursos, sessões de Dojo e OpenSpace. O 3° dia reservado para palestras e discussões.

Acesse o site do evento: www.maredeagilidade.com.br

Maré de Agilidade - Belém

Entrevista com Clavius Tales sobre o Ágiles 2009

November 5th, 2009

Entrevista com  Clavius Tales, da Fortes Informática único palestrante do ceará no Ágiles 2009 evento ocorrido em Florianópolis, Brasil, nos dias 6, 7, 8 e 9 de outubro, o tema da sua  palestra foi Governança Ágil. Todas as perguntas foram elaboradas pelos membros da comunidade em nossa lista de discussão.

XPCE: Quais os benefícios de participar de um evento como o Ágiles 2009?
Tales: O maior benefício é, disparado, a troca de experiências. Num evento desse porte você tem a oportunidade de conversar com os principais praticantes de desenvolvimento ágil do país – e alguns do mundo. A experiência de cada um é riquíssima. Você pode compartilhar suas dificuldades e discutir possíveis soluções. Você aprende também a evitar certos problemas, se aproveitando da experiência alheia.

XPCE: Como foi a participação do público no Ágiles 2009?
Tales: Não entendi exatamente em que sentido é essa pergunta, logo vou responder nos que eu imaginar. Quanto à quantidade de pessoas, acho que foram umas quatrocentas. No sentido de participação durante as palestras, muita interação. A turma pergunta bastante. Quanto ao nível de conhecimento sobre desenvolvimento ágil, o público é bastante heterogêneo. Uma das vantagens do evento foi seu formato, com as trilhas paralelas. Ou seja, havia umas seis palestras rolando ao mesmo tempo, de diferentes níveis, de diferentes assuntos. Isso é legal pois atende a
diversos interesses e diferentes níveis.

XPCE: Como está sendo o desafio de palestrar com a vivência prática que você adquiriu nos últimos anos  para um público que muitas vezes acredita em utopias e no purismo da agilidade?
Tales: Nenhum desafio. Eu também sou utópico e purista. Sou normalmente bem caxias. Meus colegas é que às vezes não gostam muito das minhas posições. Vou dar um exemplo: eu gosto de levar o conceito de design incremental ao extremo. Certa vez estávamos eu uns colegas discutindo sobre o projeto de um middleware para integrar algumas aplicações nossas. Eles já queriam fazer direto, desde o princípio, o middleware isolado. Eu preferi manter essa inteligência incorporada a uma das aplicações, para só depois, quando novas aplicações fossem integradas, aí sim isolar o middleware. Talvez a pergunta se refira àquelas pessoas que acham que trabalhar com desenvolvimento ágil é o nirvana, que não há problemas no dia-a-dia, que não há pressão por prazos, etc. Acho que existem essas pessoas, mas não vejo nenhum desafio em palestrar para elas, pois normalmente são pessoas menos experientes, sem conhecimento suficiente para lhe desafiar. O maior desafio quando vou palestrar nesses eventos é a turma mais experiente.

XPCE: Algumas pessoas não vão a eventos grandes como o Ágiles 2009 alegando que o nível das apresentações é muito alto, o que você tem a dizer sobre isso?
Tales: De certa forma, já expliquei na questão anterior sobre o público. Mas só reforçando: um evento como o Ágiles, com várias trilhas, há palestras para todos os níveis. Havia uma trilha intitulada Introdutória. Ou seja, uma trilha exclusiva para iniciantes.

XPCE: Quais palestras você destacaria com as mais interessantes do evento e porquê?
Tales: Não dá para responder a essa pergunta pois não assisti a todas as palestras. Como o evento é dividido em trilhas, não tem como assistir a tudo. De qualquer forma, das que eu assisti, as que mais gostei foram aquelas de nível mais avançado e que apresentaram muito conteúdo prático.

XPCE: Existem interpretações sobre Agilidade defendidas no evento que contrariem suas opiniões? Existindo, quais e por quê?
Tales: Há, sim, mas eu não diria que são interpretações que se contrariam, mas que são visões com sabores diferentes de um mesmo assunto. E isso é uma percepção tácita. Eu tenho uma visão mais pragmática da agilidade. Há alguns que tem uma visão mais filosófica e psicossocial. É um pouco difícil de explicar, mas eu percebo isso claramente nas discussões. Talvez pelo fato do documento-âncora ter sido escrito em forma de manifesto, eu percebo que alguns interpretam a agilidade de forma meio idílica. Nada contra. Mas eu tenho uma visão mais pragmática. E não há incompatibilidade entre essas duas visões.

XPCE: Que temas ou ideias lhe ocorreram ou foram apresentadas que despertaram curiosidade ou vontade de investigar melhor posteriormente? Por quê?
Tales: Kanban Development e Project Story. No caso do KanbanDev, já venho estudando há algum tempo. Acho que é o melhor modelo para quem trabalha com manutenção e suporte, que é o nosso caso em grande parte aqui na Fortes. Project Story é um conceito criado pelo Luiz Cláudio Parzianello. É uma espécie de Agile Project Charter.

XPCE: Qual a diferença entre a Governança ágil e a tradicional?
Tales: Do ponto de vista da governança em si, a principal diferença se dá na elaboração de  evidências e na existência de equipe de QA. Na governança ágil, isso não existe obrigatoriamente.
Em desenvolvimento tradicional, há em geral um detalhamento excessivo dos processos. Assim, seus mecanismos de governança se focam em garantir que esses processos estejam sendo executados conforme prescritos. Em desenvolvimento ágil, os processos são os mais leves possíveis, procurando focar nos resultados, e não nos processos de execução. Dessa forma, um mecanismo de governança ágil se foca igualmente nos resultados, fazendo verificações mais leves de processos.

XPCE: Você vai divulgar os resultados da Fortes Informática?
Tales: Nunca pensei sobre isso. Refletindo agora rapidamente, acho que seria interessante. A gente tem utilizado esse modelo de governança desde março. Acho que depois de um ano teremos dados quantitativos interessantes.

XPCE: A que você acha que se deve tão poucos artigos publicados em congressos SBC falando em agilidade? Acha que já próximo ano isso já estará começando a mudar?
Tales: Não sei.

XPCE: Quais os principais benefícios que você percebeu com a adoção de mecanismos de governança ágil na Fortes Informática?
Tales: A velocidade de adoção de técnicas ágeis é acelerada. Além disso, o acompanhamento dessa adoção é bem mais simples, pois é concentrado numa espécie de painel de controle que é construído a partir de informações enviadas por cada equipe, sem necessidade de auditorias ou verificações diretas.

Resultado do 3º encontro XPCE

November 5th, 2009

O nosso 3º encontro foi um sucesso e gostaria mais uma vez de agradecer a Fortes Treinamentos, TriadWorks e a Faculdade 7 de Setembro pelo patrocínio e apoio ao nosso grupo. Abaixo segue os slides das apresentações e no final o link para as fotos.

Primeira apresentação
Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails http://github.com/cmilfont/bddonrails

Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:

git clone git@github.com:cmilfont/bddonrails.git
cd bddonrails/
sudo rake gems:install RAILS_ENV=test
#lembre de trocar a senha do root no mysql ou mudar o banco
rake db:create:all
rake db:migrate
rake cucumber:ok

Segunda apresentação

Fotos
Clique aqui e veja as fotos.

3º Encontro XPCE

October 20th, 2009

Local: Faculdade FA7

Data: 24 de Outubro de 2009

Agenda

  1. 08:30 as 09:30 – BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec – Jefferson Girão
  2. 09:30 as 10:00 – Intervalo
  3. 10:00 as 11:00 – Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium – Fabrício Lemos

Palestras

Palestra: BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec

Resumo: Palestra na forma de “hands on” com a construção de uma aplicação utilizando conceitos de BDD. Outside in development visto na prática através da construção e automação de user stories com Cucumber + Selenium e descrição de comportamento com RSpec e Remarkable

Palestrante: Jefferson Jean Martins Girão
Desenvolvedor no Grupo Tubform (http://www.grupotubform.com.br) atualmente trabalhando na migração de um ERP industrial de MS FoxPro para Ruby on Rails e Javascript com EXTjs. Tem 4 anos de experiência em desenvolvimento de software já tendo passado por áreas como automação comercial, terceiro setor e gestão pública municipal.

Palestra: Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium

Resumo: Serão discutidos conceitos e fundamentos de automação de testes funcionais e depois será apresentada a ferramenta multiplataforma para automação de testes de sistemas web Selenium. Serão mostradas as características da ferramenta e o passo a passo para sua instalação, gravação e execução de suites de testes. Por fim serão discutidas boas práticas de automação de testes de software e de uso da ferramenta.

Palestrante: Fabrício Dias Alves Lemos

Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Ceará possui seis anos de experiência em desenvolvimento de software, cinco dos quais aplicando técnicas de automação de testes para sistemas do governo federal e estadual. Atualmente atua como analista de tecnologia da Secretaria da Fazenda do Ceará e mantem o blog http://www.fabriciolemos.org/blog/

Patrocinadores

Inscrição para Terceiro Encontro XPCE

October 1st, 2009

3º Encontro XPCE – 1º Palestra confirmada

September 13th, 2009

Estamos preparando o 3º encontro da comunidade e já confirmamos a primeira palestra com um dos maiores especialistas em testes do Ceará, confiram abaixo:

Palestra: Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium

Resumo: Serão discutidos conceitos e fundamentos de automação de testes funcionais e depois será apresentada a ferramenta multiplataforma para automação de testes de sistemas web Selenium. Serão mostradas as características da ferramenta e o passo a passo para sua instalação, gravação e execução de suites de testes. Por fim serão discutidas boas práticas de automação de testes de software e de uso da ferramenta.

Palestrante: Fabrício Dias Alves Lemos

Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Ceará possui seis anos de experiência em desenvolvimento de software, cinco dos quais aplicando técnicas de automação de testes para sistemas do governo federal e estadual. Atualmente atua como analista de tecnologia da Secretaria da Fazenda do Ceará e mantem o blog http://www.fabriciolemos.org/blog/

Informações sobre o evento:

Título: 3º Encontro XPCE – Comunidade eXtreme Programming do Ceará

Local: Faculdade FA7

Data: 24 de Outubro

Agenda

  1. 08:30 as 09:30 – Palestra em processo de definição
  2. 09:30 as 10:00 – Intervalo
  3. 10:00 as 11:00 – Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium – Fabrício Lemos

Divulgue o Maré no seu blog

July 15th, 2009

Vou colocar aqui o link para os banners de divulgação do Maré de Agilidade. Quero desde já agradecer a todos que estão ou irão nos ajudar nessa empreitada :-D … valeu galera!

http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_62_600.jpg

http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_83_800.jpg


http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_160_160.jpg
http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_200_200.jpg

http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_200_127.jpg

http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare_283_180.jpg


http://www.maredeagilidade.com.br/img/mare.swf

Promoção para o Maré de Agilidade

July 14th, 2009

É com grande prazer que estamos anunciando a redução temporária dos valores de inscrição nas palestras. Isso está sendo possível devido aos patrocínios das empresas AdaptWorks, Caelum, E-novar e iFactory que são patrocinadores ouro, IVIA com prata e TriadWorks com bronze, as quais somos muito gratos.

Como o objetivo do Maré de Agilidade é disseminar e compartilhar conhecimento sobre Métodos Ágeis e não o lucro, estando parte dos custos sendo coberto pelos patrocínios, estamos reduzindo até o dia 24/07 em 50% os valores das inscrições para palestras. Os valores temporários são:

Estudante: R$ 40,00
Membro do XPCE: R$ 50,00
Outros: R$ 60,00

Obs.:
Aqueles que já efetuaram o pagamento do dia de palestras no valor antigo receberão a diferença de volta.

Programação detalhada, inscrições e mais informações em: www.maredeagilidade.com

Patrocinadores:
Ouro
enovar ifactory

Prata

Bronze


Realização e Organização:



Apoio:

Hippie Programming

July 6th, 2009

por Leonardo Eloy

Em 1971, Weinberg dissertou sobre um assunto extremamente relevante para Extreme Programming. No seu tratado The Psychology of Computer Programming, o autor analisou a relação entre um programador e os artefatos que ele produz ao longo de um projeto. Weinberg cunhou o termo Egoless Programing para mostrar que “uma equipe tem responsabilidade coletiva para resolver os problemas com o código”.

Este mesmo conceito serve como uma luva para descrever a Programação em Pares (PP). Sommerville utiliza a pesquisa de Weinberg para justificar uma das principais vantagens de utilizar PP: a idéia de responsabilidade e propriedade comum pelo sistema. Ora, para mim isso só reforça o conceito de foco nos indivíduos e suas interações, ao invés de processos e ferramentas. Porém, esse conceito pode ser distorcido por membros de uma equipe. Imagine aquele programador que é possessivo ao ponto de tomar críticas ao seu código como ofensas pessoais. Não queremos que uma frase como “seu loop foi muito mal colocado” seja interpretada como “você cheira mal”!

Protótipo de programador hippie

Protótipo de programador hippie

Eu gosto de imaginar Weinberg como um programador hippie, muito parecido com o senhor da imagem acima. Em plena década de 1970, o Movimento Hippie mudou a sociedade americana (e por tabela, o resto do mundo). Este movimento foi muito maior que o consumo de drogas e sexo ad hoc, ele popularizou a idéia da diversidade cultural e do respeito ao próximo. Trazendo para o nosso lado, uma das principais desvantagens de fazer PP é pegar aquele cara xiita ou então o indivíduo que adora o modelo Taylorista, que consiste na frase “eu digo, você faz”. Situações assim são péssimas para a produtividade que uma prática de PP poderia trazer ao seu leque de técnicas de engenharia. Quando estamos no controle do teclado ou como observadores e temos que nos relacionar com pessoas assim, como devemos agir? Será que você é assim? O que deveria mudar na sua postura?

É nesse contexto que apresento a Hippie Programming. Apesar de não serem muito afeitos com técnicas de gerenciamento de higiene pessoal, os hippies setentistas são uma fonte infindável de frases e atitudes que muitos de nós poderíamos utilizar no cotidiano. Seguem algumas dicas de como incorporar uma abordagem hippie durante o PP, de acordo com algumas máximas eternizadas durante o movimento:

1. Peace and Love: cabeça aberta. Você provavelmente é xiita ou chato em alguma coisa também! Pare, analise a situação como uma terceira pessoa e faça esta pergunta “eu realmente preciso me impor desta forma?”;

2. Be here now: o foco não é agradar seu colega de PP, sim dar continuidade a uma atividade que envolve programação, porém, por incrível que pareça, pessoas são seres humanos, e todos merecem respeito. Não faça com seu par o que você não gostaria que fosse feito com você. “Esteja aqui agora” é uma advertência para o foco no objetivo, que é cumprir a atividade, mas o respeito pelo seu par deve vir em primeiro lugar;

3. Make love, not war: a tecnologia que você está utilizando é principal meio de atingir os objetivos definidos pela atividade em execução. Os participantes de um PP devem fazer amor com suas tecnologias e ferramentas! Não adianta reclamar que Java não tem ponteiros! :)

4. Drop acid, not bombs: ao encontrar um entrave, procure abstrair o problema antes de tentar algo pela força bruta. Novamente, pare e pense! Caso vocês não consigam encontrar uma solução, parem e discutam sobre o problema, entendam o problema. Antes de pensar na solução você precisa entender a razão pela qual ela está sendo projetada. Essa pode ser a melhor saída, muito melhor do que começar a ler arquivos de log e fazer um “clean & build” no projeto.

E você? Quais são as principais medidas que você acha importante para garantir um bom ambiente ao fazer uma sessão de PP? Deixe sua contribução! :)

Agradeço ao Handerson Frota por revisar e discutir este post comigo.

Convite para o Maré de Agilidade Fortaleza

June 30th, 2009

Maré de Agilidade – 3a edição – Swell Fortaleza – 06, 07, 08 e 10/08/2009

O grupo XPCE(eXtreme Programming Ceará) junto com a Fortes Treinamentos traz a Fortaleza a terceira edição do evento Maré de Agilidade, com a organização da SEA Tecnologia, Revista Visão Ágil, Java Bahia e apoio da FA7(Faculdade 7 de Setembro). A primeira edição desse evento ocorreu em setembro de 2008 em Brasília e a segunda em março de 2009 em Salvador.

O evento visa promover três dias de mini-cursos e um dia de palestras e discussões sobre as novas tendências em gerência de projetos e técnicas de desenvolvimento de software que constituem atualmente o grande diferencial de empresas como Apple, Google, Microsoft, Yahoo e Globo.com.

Mini-cursos:
06/08 - Gerenciamento Ágil de Projetos com Scrum, eXtreme Programming (XP) na prática e Desenvolvimento web ágil com RubyOnRails
07/08 -
Gestão Ágil de Requisitos, eXtreme Programming (XP) na prática e Teste de aplicações Rails
10/08 - Planejamento e estimativas em projetos ágeis

Palestras:
08/08 - Manifesto 2.0, Gestão Lean para desenvolvimento de Software, A Agilidade está no ar, “Sou ágil, logo não planejo!”, Governança no desenvolvimento ágil, Onde mora a produtividade do Ruby on Rails?, Painel com todos os palestrantes: Agile na Real – Interoperabilidade, Mix e Adaptações

Local:
Mini-cursos dias 06 e 07: Fortes Treinamentos [veja o mapa]
Palestras dia 08: Faculdade 7 de Setembro [veja o mapa]
Mini-curso dia 10: CGDT [veja o mapa]

Inscrições:
- Com desconto até 15/07 – Preços promocionais para estudantes e membros do XPCE.
- As inscrições para o mini-curso “Planejamento e estimativas em projetos ágeis” são de responsabilidade da AdaptWorks. Contato pelo fone (11)5585-7738 ou pelo email contato@adaptworks.com.br

Programação detalhada, inscrições e mais informações em: www.maredeagilidade.com

Patrocinadores:
Ouro
enovar ifactory

Prata

Bronze


Realização e Organização:



Apoio: